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Alimentação paleo: Lisboa adaptada a uma nova realidade

Já ouviu falar da alimentação do homem das cavernas? Ou do homem da idade da pedra? Se sim, a alimentação paleo, ou alimentação paleolítica, não será uma novidade para si!

A verdade é que esta nova forma de ver e escolher os alimentos, extremista, para uns, libertadora para outros, tem vindo a ganhar uma importância bastante significativa nos últimos anos. E se pensa que se trata de mais uma dieta da moda, baseada numa alimentação sem glúten, então ainda percebeu a essência deste estilo de vida. 

Afinal, no que consiste a alimentação paleo?

A alimentação paleo, ou apenas o paleo, é um tipo de alimentação saudável que, embora tenha alguns pontos em comum com o vegetarianismo e o veganismo, tem outros fundamentos. Tal como o seu nome indica, a alimentação paleo tem como base um regresso aos hábitos de vida dos nossos ancestrais, altura em que a industrialização e a agricultura ainda não existiam, e o ser humano sobrevivia com o que a natureza oferecia e com o que caçava. Não existiam alimentos processados, repletos de aditivos químicos, nem açúcares, cereais refinados, leguminosas ou outros alimentos que impliquem processos de cultivo ou de produção; existiam, antes, alimentos sem glúten, sem lactose e sem qualquer tipo de proteína, açúcar ou composição química que provoque intolerância e alergia ao ser humano - era, no fundo, a chamada alimentação biológica dos dias de hoje.

Estudos indicam mesmo que, na sociedade contemporânea, os alimentos extremamente processados são os maiores desencadeadores de obesidade, doenças, alergias, intolerâncias e síndromes auto-imunes; facto que leva milhares de pessoas a adoptar uma alimentação paleo e a levar um estilo de vida que siga com os pressupostos da dos nossos antepassados - com uma elevada ingestão de proteína, baixa ingestão de hidratos de carbono e inclusão das gorduras naturais dos alimentos. É, assim, e sem grande espanto, que a melhoria das condições de vida, a reeducação alimentar e a perda de peso sejam as motivações mais frequentes e comuns dos adeptos da alimentação paleolítica; é também sem surpresas que testemunhos impressionantes de grandes transformações sejam os resultados mais revelados. 

Lisboa, capital moderna e adaptada para receber visitantes com todo o género de opções alimentares, já dispõe de uma oferta de restaurantes paleo com um menu assente nos fundamentos deste tipo de alimentação. Estabelecimentos que não pode deixar de visitar caso a cidade esteja na sua lista de destinos e precise de encontrar o local ideal para as suas refeições.

Restaurantes paleo em Lisboa que o vão deliciar

A alimentação paleo, embora com os seus sólidos fundamentos, teve também de se moldar à evolução dos tempos e ao ritmo de vida da sociedade. Assim, tem 3 correntes ideológicas diferentes (restrita, normal e primal), onde podem ser incluídos alguns alimentos, caso a saúde permita e não impeça a concretização dos objectivos. Alimentos como as oleaginosas, o arroz (o único grão permitido), todo o tipo de vegetais, os lacticínios, o mel, o azeite, a batata, o tomate, etc., podem ser introduzidos; a única regra é apenas a manutenção da isenção de químicos e de qualquer componente industrial - daí que, no que às bebidas diz respeito, além da água, só o vinho e os sumos naturais são considerados na alimentação paleolítica. 

A pensar nesta evolução dos tempos modernos, também as marcas sentiram necessidade de ampliar a sua oferta de produtos isentos ou com grande redução de aditivos.  Uma realidade ao qual Lisboa está totalmente adaptada: a seu ritmo, estas opções, a par com o vegetarianismo e o veganismo, vão estando cada vez mais presentes nas grandes superfícies comerciais e nas lojas que se dedicam exclusivamente à venda de produtos biológicos. Razões mais do que suficientes para que os amantes da alimentação paleo/paleolítica, quer portugueses, como estrangeiros, se sintam muito bem na capital.

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